Ludificação e Felicidade

Ludificação e Felicidade

Por Maurício Lima

O lúdico é imanente assim como a felicidade é inerente ao brincar. Dessa forma, pode-se considerar a ludificação como uma busca do lúdico na vida que pode contribuir com os 9 campos do Modelo IMF de Felicidade.

Contribuir com o bem-estar nas organizações uma vez que o impulso lúdico é uma manifestação da satisfação e do otimismo com a própria vida. Com a saúde, porque o exercício mental proporcionado pelos jogos foi comprovado pelos avanços da neurociência: brincar é preciso. Especialmente para adultos.

Os jogos contribuem, de forma muito contundente, no ensino de valores e com a vitalidade comunitária, ao promoverem a interação entre iguais e ao lidar com situações morais e estabelecer o diálogo através de uma atividade natural e agradável.

No padrão de vida das pessoas o direito ao ócio tem um impacto importante. E o lazer ao ar livre, proporcionado pelas brincadeiras tradicionais ou high tech (vide Pokémon Go), são uma contribuição à melhoria da qualidade de vida das pessoas.

A ludificação objetiva, acima de tudo, garantir o acesso ao tempo livre para aproveitar a vida sendo uma manifestação cultural importante na história de todos os povos. Afinal, o que seria do homem sem a existência de brinquedos, brincadeiras e jogos como catalizadores da felicidade das pessoas e consequente bem-estar e engajamento no trabalho?

Sobre Maurício de  Araújo de Lima: Jornalista, professor, diretor da Origem Jogos e Objetos e do Lab25 – games educativos, com mestrado em Interações Midiáticas, pela PUC Minas. Associado do Instituto Movimento Pela Felicidade.

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